Marco Feliciano pastor e deputado federal publicou em seu blog um artigo comentando as iniciativas do movimento LGBT na área da educação. Feliciano afirmou que durante a audiência pública da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, realizada no dia 15/05, recebeu entre os materiais didáticos distribuídos aos participantes, uma cópia de uma matéria publicada na revista Cláudia, intitulada “Educar para Crescer”, em que o autor Paulo de Camargo afirma que “desde cedo, professores reproduzem os estereótipos que, no futuro, legarão às mulheres postos de trabalho menos qualificados”, referindo-se às tradicionais brincadeiras infantis. O deputado afirmou que a “a estúpida, estapafúrdia e irresponsável frase” da matéria “insinua que meninos e meninas devem passar por uma doutrinação na contramão da sua infância, deixando de lado seus brinquedos tais como citados, alegando que tais estereótipos nortearão num futuro a baixa estima das meninas". Marco Feliciano frisou que essas iniciativas fazem parte de um ideal de sociedade dos ativistas gays: “maquinação maldita para se propagar os fundamentos, pensamentos da ditadura GAY, para uma classe da sociedade que está indefesa, a saber, nossas crianças, que dioturnamente são bombardeadas na mídia, através programações maliciosas, e entre elas algumas tidas como infantis, que trazem em seu bojo mensagens subliminares mostrando que é normal ser gay”. Feliciano mencionou a participação do deputado e pastor Ronaldo Fonseca durante o seminário “Diferentes mas iguais”, promovido pela senadora Marta Suplicy e afirmou que “mesmo sob a prerrogativa parlamentar, [Fonseca] foi impedido de participar do debate, ou seja, colocaram uma mordaça em sua boca, e por isso reafirmo estão impondo uma ditadura gay!”.
Mostrando postagens com marcador pastor Ronaldo Fonseca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pastor Ronaldo Fonseca. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Pastor Marco Feliciano afirma que existe uma “maquinação maldita para propagar os fundamentos da ditadura gay”.
Marco Feliciano pastor e deputado federal publicou em seu blog um artigo comentando as iniciativas do movimento LGBT na área da educação. Feliciano afirmou que durante a audiência pública da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, realizada no dia 15/05, recebeu entre os materiais didáticos distribuídos aos participantes, uma cópia de uma matéria publicada na revista Cláudia, intitulada “Educar para Crescer”, em que o autor Paulo de Camargo afirma que “desde cedo, professores reproduzem os estereótipos que, no futuro, legarão às mulheres postos de trabalho menos qualificados”, referindo-se às tradicionais brincadeiras infantis. O deputado afirmou que a “a estúpida, estapafúrdia e irresponsável frase” da matéria “insinua que meninos e meninas devem passar por uma doutrinação na contramão da sua infância, deixando de lado seus brinquedos tais como citados, alegando que tais estereótipos nortearão num futuro a baixa estima das meninas". Marco Feliciano frisou que essas iniciativas fazem parte de um ideal de sociedade dos ativistas gays: “maquinação maldita para se propagar os fundamentos, pensamentos da ditadura GAY, para uma classe da sociedade que está indefesa, a saber, nossas crianças, que dioturnamente são bombardeadas na mídia, através programações maliciosas, e entre elas algumas tidas como infantis, que trazem em seu bojo mensagens subliminares mostrando que é normal ser gay”. Feliciano mencionou a participação do deputado e pastor Ronaldo Fonseca durante o seminário “Diferentes mas iguais”, promovido pela senadora Marta Suplicy e afirmou que “mesmo sob a prerrogativa parlamentar, [Fonseca] foi impedido de participar do debate, ou seja, colocaram uma mordaça em sua boca, e por isso reafirmo estão impondo uma ditadura gay!”.
Assinar:
Postagens (Atom)